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Dentre os
jovens que freqüentam o Aroeira, alguns não
tinham possibilidades de permanecer em suas
áreas de moradia, ou mesmo de freqüentar os
espaços formativos do projeto. Por isso
buscou-se um espaço alternativo, onde, de
dezoito jovens atendidos em 2006, quinze já
se encontram inseridos no mercado de
trabalho e voltaram para suas famílias e
comunidades.
Ante esse
resultado, o CCEA foi procurado pelo governo
do Estado, firmando-se um convênio para o
atendimento de dezoito egressos dos Centros
de Internamento de Adolescentes do estado,
para o acompanhamento de sua volta às
famílias, escolas, comunidades e inserção no
mercado de trabalho.
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